Mufasa: O Rei Leão: É bom, mas não tão bom quanto o original

Mufasa: O Rei Leão: É bom, mas não tão bom quanto o original

Fala, galera geek e cinéfila! Preparem-se para uma viagem ao passado (ou seria ao futuro do passado?) com “Mufasa: O Rei Leão”. Essa prequela promete contar a história de origem do pai mais famoso das savanas africanas. Mas será que ela consegue rugir tão alto quanto o clássico original?

Segundo o site slashfilm, o diretor Barry Jenkins tenta dar uma nova roupagem à história que todos nós conhecemos e amamos. E, convenhamos, não é tarefa fácil mexer com algo tão icônico. É tipo tentar fazer um remake de “De Volta para o Futuro” – você sabe que vai ser comparado com o original a cada segundo.

O filme se propõe a explorar como Mufasa se tornou o rei que conhecemos, mas parece que a jornada é mais corrida que uma gazela fugindo de um guepardo. A narrativa, contada em flashback pelo velho Rafiki (porque, né, tradição), tenta cobrir muitos eventos em pouco tempo. É como se alguém tivesse dado Red Bull para o roteirista!

Mas nem tudo são espinhos nessa savana cinematográfica. Jenkins dá um toque especial aos leões CGI, permitindo que eles expressem mais emoções faciais do que no remake de 2019. Isso é um alívio, porque ninguém quer ver um leão com cara de poker por duas horas, né?

As músicas, compostas pelo talentosíssimo Lin-Manuel Miranda, são um ponto alto. Aparentemente, ele conseguiu capturar um pouco da magia das canções originais, mesmo que às vezes soe como um cover band muito competente. “Bye Bye”, a música do vilão, promete ser aquele earworm que você vai ficar cantarolando por dias.

Falando em vilões, temos Kiros, interpretado por Mads Mikkelsen. Imagina só o Hannibal Lecter como um leão malvado? A gente já sabe que vai ser épico!

“Mufasa: O Rei Leão” parece ser aquele filme que vai agradar os fãs mais fervorosos, mas que talvez não conquiste novos corações. É como aquela pizza de sempre: gostosa, familiar, mas sem grandes surpresas.

No final das contas, o filme nos lembra que as histórias de origem nem sempre são necessárias. Às vezes, o mistério é parte do encanto. Mas hey, pelo menos agora sabemos de onde veio o bastão do Rafiki, não é? (Spoiler alert: aparentemente, isso é uma informação crucial para o universo de O Rei Leão).

E aí, galera? Vocês estão animados para ver “Mufasa: O Rei Leão”? Acham que vai ser um rugido de sucesso ou mais um miado na história da Disney? Deixem seus comentários e vamos debater! Afinal, hakuna matata, né?

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