Flight Risk: O Aventureiro Filme de Baixo Orçamento de Mel Gibson

Flight Risk: O Aventureiro filme de baixo orçamento de Mel Gibson

E aí, pessoal! Segura firme aí porque vem turbulência na área com a crítica de “Flight Risk”. Esse novo filme de Mel Gibson chegou para nos lembrar que janeiro é o mês oficial dos lançamentos de encher linguiça. Com um orçamento modesto de US$ 25 milhões, a trama se desenrola quase inteiramente num pequeno avião com apenas três personagens principais durante seus 91 minutos. Então, será que Mel Gibson consegue aterrissar essa ideia com segurança?

Segundo o site slashfilm, “Flight Risk” é uma produção que tenta inovar nos limites do orçamento, quase como um projeto indie ousado de Gibson. E é essa mistura de simplicidade e audácia que traz aquele charme roots, tipo “faça você mesmo”. Michelle Dockery rouba a cena como a Marshal Harris, que está encarregada de transportar Walter, um contador da máfia interpretado por Topher Grace, de um canto isolado do Alasca para a cidade grande, esquentando ainda mais essa crítica de Flight Risk com seu desempenho.

Para complicar a jornada, eles voam com o peculiar piloto Daryl, vivido por ninguém menos que Mark Wahlberg. Mas calma lá, porque esse não é um voo qualquer – Daryl logo se revela como um assassino torsido, transformando o pequeno e despretensioso espaço do avião em palco de uma tensão palpável e uma rotina de tortura que nos arranca suspiros. Meio caro de acreditar, mas Wahlberg desafia as expectativas destinadas a vilões sanguinários com seu desempenho ligeiramente mais próximo de um cara marrento numa quinta-feira à noite num pub de Boston.

O filme provoca uma sensação de problem-solving game, tipo aquele puzzle de escape room pra adrenalina subir, apesar de talvez um pouco menos de ameaça vital que o esperado para um thriller típico. “Flight Risk” é, na essência, um filme intrínseco ao cinema casual médio, quem sabe até uma aposta de janeiro para consumo casual de TV a cabo, o que infelizmente torna difícil deslumbrar aquela autenticidade devastadora que jura oferecer na premissa inicial.

Surpreendentemente, com um roteiro de Jared Rosenberg, o recurso verdadeiro lá dentro é a própria Dockery, que personifica HEROÍNA em letras maiúsculas e hubris de tingir o céu branco-azulado, perseguindo o enredo com a tenacidade digna de um oficial da Frota da Estrela. Para ela, a brutalidade de Daryl é mero detalhe, algo lidado com unhas e dentes – sem brincadeira.

Seguindo a linha semífica dos filmes, não existem grandiosas surpresas aqui, mas estabilidade. Mel Gibson parece evitar qualquer moral tirado da cartola, configurando um thriller genérico desprovido de predominância estilística pessoal, entregando só o necessário também na “Crítica de Flight Risk”.

No entanto, o “Flight Risk” ainda paira de modo inócuo nos ares, sem nada substancial para agarrar o público. É bom, é ok… é só isso mesmo. E considerando as polêmicas que precedem Gibson, um ceticismo suave emerge, trazendo consigo a dúvida: ele fez um exército de captadores interessados em marketing gratuito ou reserva sincera?

E para encerrar, e ao toque de ironia se unem: será “Flight Risk” o filme certo, no lugar certo para a expectativa quieta de um janeiro modorrento? Conte-nos suas ideias e apertem-se com esses labirintos! A câmera discreta guia os esforços na direção de um inventário dramático que leva à abordagem minimalista. Diz aí, espectadores: em que plano estão os limites pessoais na tela?

Roteirista/Diretor: Jared Rosenberg / Mel Gibson
Elenco Principal: Michelle Dockery, Topher Grace e Mark Wahlberg
Orçamento: US$ 25 milhões

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